Marca Zambawá

02 outubro 2015

No último mês, estive desenvolvendo a marca da banda de um amigo:



O resultado foi um símbolo e uma tipografia exclusiva.


Esta marca simboliza os ideais e principais características da Zambawá, banda de Soul-Funk-Samba de Curitiba – PR. Como, por exemplo, a valorização da música afrodescendente.

A tipografia exclusiva faz referência às origens tribais. Alguns caracteres, notadamente as letras A e W, sugerem formas humanas abstratas com os braços estendidos para os lados ou para cima, como se estivessem dançando ou “curtindo” a música da banda.

“Zambawá” significa “Nosso som”, mas também pode significar “Elefante”. Por isso, um pictograma que representa uma máscara africana em forma de cabeça de elefante. Sua composição, feita a partir de círculos e triângulos, também evoca um arco e flecha, símbolo de Oxóssi, orixá amante das artes; um trompete/flauta, um tambor e uma guitarra/baixo/violão, referências à música. Além do próprio nome da banda “escondido” na contraforma.

Para completar, a marca foi construída visando sua aplicação em superfícies por meio da técnica de estêncil, uma linguagem visual urbana de apelo jovem.


Essa tipografia foi escolhida por transmitir a ideia de atualidade, juventude, agilidade e, obviamente, vanguarda.


Para conhecer mais a banda, acesse:
https://www.facebook.com/pages/Zambaw%C3%A1/709872569119272
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Meu Brinquedo Preferido

13 dezembro 2014

Acabo de receber pelo correio um exemplar especial (nº 2 de 10) de "Meu Brinquedo Preferido - um RPG sobre imaginário infantil", escrito por Eduardo Caetano. Uma publicação feita artesanalmente pelo próprio autor e enviada para cada um de seus "patronos". Estes são pessoas que, como eu, contribuíram financeiramente para que esse jogo saísse do papel... Digo, deixasse de ser apenas um projeto no mundo das ideias e passasse definitivamente para o papel! Ou seja, algo tangível, físico e com um lindo acabamento.
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Tipologia em jogo

19 novembro 2014

Na aula de hoje apresentamos seminários sobre o livro "Design para quem não é Designer", da autora Robin Williams. Meu grupo ficou responsável por apresentar alguns estilos de tipografia. Para fugir um pouco da mesmice de apresentar em forma de eslaides, criamos um jogo da memória.
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